MARCO RIBEIRO E OS BASTIDORES DA DUBLAGEM | NIZOLÓGICO #152
Sep 1, 2026 · 1h 25m
Summary
Neste episódio do Nisológico, Niso Sastro entrevista o dublador Marco Ribeiro, revisitando suas origens na Herbert Richers e as dificuldades iniciais da profissão. Eles debatem a evolução da dublagem, lamentando a perda de vozes únicas em favor de uma padronização atual, e compartilham histórias sobre lendas como Drummond e Monjardim. A conversa também aborda experiências marcantes, como dublar Tom Hanks e a dinâmica de gravações antigas.
Topics discussed
Introdução e boas-vindas ao Nisológico
Memórias da primeira geração de dubladores e o clima de intimidação
A evolução da dublagem: perda de personalidade e vozes clássicas
Diferenças culturais: dublagem no Rio de Janeiro versus São Paulo
Dublando Os Simpsons e a transição para a VTI
Anedotas da Herbert Richers e o 'Corredor Polonês'
A origem da voz do Scooby-Doo (Salsicha) no Brasil
Dublando Tom Hanks: de Forrest Gump a filmes clássicos
Projetos da Disney: Toy Story, A Vida de Inseto e outros
Encontros com diretores americanos e a era do estúdio físico
Vozes femininas icônicas e a técnica da dublagem versus rádio-teatro
A redublagem, Cobra Kai e a valorização da dublagem hoje
Dublagem internacional: EUA, Itália e Alemanha como referências
Séries de TV: My Wife and Kids e a rotina de gravação
Nostalgia dos estúdios antigos e a figura de Ilka Soares
O impacto da Inteligência Artificial na profissão de dublador
Jim Carrey, maquiagem e a narração da Bíblia como trabalho favorito
Homem de Ferro, Wolverine e a dublagem de animação
Conclusão: o Nizoológico e reflexões finais sobre a carreira
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